Neste artigo, vamos mostrar como o DICOM na tomografia pode aliviar vários problemas enfrentados por radiologistas e permitir que você se concentre no que realmente importa: o diagnóstico do paciente.
O que é o DICOM?
DICOM é o padrão que hospitais e clínicas usam para armazenar, compartilhar e visualizar imagens médicas, como tomografias, raios-X, ressonâncias, etc.
Ele organiza não só a imagem, mas também as informações associadas a ela, como nome do paciente, data do exame e dados técnicos do exame.
Podemos dizer que é uma espécie de formato. Existe o jpeg, png, mp4 e o DICOM que é específico para imagens médicas.
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O que são objetos de informação?
Quando você faz uma tomografia, o sistema cria um objeto de informação, que é como um “pacote digital” que guarda a imagem da tomografia junto com dados importantes:
- Data e hora da imagem;
- Nome do paciente;
- Tipo de tomografia (se é do tórax, abdômen, etc.);
- Parâmetros técnicos do exame (como a dose de radiação).
Tudo isso fica junto no arquivo DICOM, como um grande “cartão de identificação” da tomografia.
Isso facilita a reutilização desses grupos em outros tipos de exames (como em ressonâncias ou ultrassons).
E se algo mudar?
O “pacote digital” da tomografia pode ser atualizado para refletir qualquer mudança, garantindo que a informação sempre esteja correta e atualizada.
E as operações com a imagem?
Esse formato também define como essas imagens podem ser usadas. Por exemplo, a imagem no formato DICOM na tomografia pode ser armazenada no sistema do CDI, geralmente, PACS (como o Animati PACS).
Benefícios do uso do DICOM na tomografia
1. Interoperabilidade
O DICOM foi projetado para garantir a compatibilidade entre diferentes fabricantes de equipamentos de tomografia, visualizadores de imagens e sistemas de informação hospitalar (HIS, RIS e PACS).
Isso significa que imagens de uma TC podem ser facilmente transferidas entre diferentes sistemas, sem perda de qualidade ou dados.
2. Imagens volumétricas em 3D
Um dos grandes diferenciais da tomografia é a capacidade de gerar imagens tridimensionais a partir das “fatias” adquiridas.
O arquivo DICOM facilita a reconstrução volumétrica dessas imagens em softwares especializados, permitindo uma análise detalhada por parte dos radiologistas.
Isso é particularmente útil para identificar estruturas anatômicas complexas, como vasos sanguíneos ou tumores.
3. Integração com PACS
O uso do DICOM na tomografia também é o padrão utilizado para o armazenamento e arquivamento em sistemas PACS, como o Animati PACS.
Isso possibilita que as imagens de tomografia fiquem acessíveis para consulta futura por médicos e radiologistas, além de permitir a comparação com exames anteriores, facilitando o acompanhamento do paciente.
4. Compressão sem perda de dados
Em tomografias complexas, o volume de dados gerado pode ser massivo. O DICOM permite o uso de compressão de imagem sem perdas perceptíveis na qualidade, o que reduz o espaço de armazenamento necessário sem comprometer a precisão diagnóstica.
Desafio do uso do DICOM na tomografia
O principal desafio é que as imagens geradas em uma tomografia podem ser extremamente grandes, especialmente em exames de corpo inteiro ou com alta resolução.
Isso pode ser complicado na hora de fazer o armazenamento e a transmissão, mesmo com a compressão oferecida pelo DICOM.
Por isso, investimentos em infraestrutura de TI, como servidores robustos e sistemas de armazenamento em nuvem, podem ser necessários.
Quem opta pelo sistema Animati PACS não precisa se preocupar. O nosso software tem a vantagem de contar com terabytes de armazenamento em nuvem que se expandem automaticamente conforme o uso, sendo ajustados de acordo com a demanda de armazenamento.
Como funciona o fluxo de trabalho DICOM na tomografia
Na prática, como é o passo a passo?
- Aquisição: o tomógrafo captura uma série de imagens que são automaticamente armazenadas no formato DICOM;
- Envio para PACS (como o Animati PACS): onde ficam armazenadas e podem ser acessadas pelos médicos para diagnóstico;
- Análise e reconstrução: as imagens podem ser visualizadas em estações de trabalho, onde os radiologistas podem reconstruir imagens 3D, aplicar zoom, ajustar contrastes e realizar medições;
- Laudo: após a análise, o radiologista emite um laudo que pode ser vinculado ao exame DICOM, facilitando o compartilhamento com outros especialistas ou o retorno ao médico solicitante.
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Imagem de capa: Freepik